quinta-feira, 21 de outubro de 2010

VALORIZE AQUILO QUE VOCÊ JÁ TEM!

Eis um dos grandes segredos para viver uma vida mais plena de sentido e de propósitos, capaz de proporcionar diversos benefícios, inclusive em sua vida financeira: valorizar aquilo que você já tem
Muitas pessoas, na ânsia de querer ostentar mais status e impressionar mais outras pessoas (que muitas vezes não conhecem), acabam consumindo além do que seu salário permite e, nesse círculo vicioso de gastos e consumismo, acabam adoecendo e trabalhando mais do que podem (e do que sua saúde permite).
Pior, ficam frustradas quando não conseguem comprar o objeto de desejo, com consequências negativas não só para seu bolso, como também para sua mente e autoestima. São pessoas que, aos poucos, vão ficando cada vez mais insatisfeitas com a vida, mais irritadas, nervosas, frustradas e estressadas. Não saber valorizar aquilo que você já tem te impede de desfrutar das boas coisas que a vida já lhe proporcionou até o presente momento.
Porque se você acha que a vida é ruim, que mereceria um chefe melhor, que o carro que deixou de comprar na promoção era a melhor opção, tente ir até o hospital mais próximo e peça autorização para visitar a Unidade de Terapia Intensiva. O exemplo é propositalmente forte, porque o tema merece reflexão. E a reflexão é, até certo ponto, bastante óbvia: o sentido da vida não é preenchido apenas pelas expectativas futuras que você tem em relação a certos bens, interesses ou valores, mas também – e eu diria até, principalmente – por tudo aquilo que você construiu ao longo de sua vida e que tem no presente momento.
Uma TV nova é importante? Depende. Depende se a TV que você já tem é boa, funciona e é suficiente para assistir os programas que gosta de assistir. Talvez você se veja tentado a substituir a atual TV apenas porque a nova TV “está na promoção” e tem mil e uma utilidades, como saída HDMI, entrada USB, resolução de não sei quantos pixels e etc. Será que essas novas funções realmente são necessárias para você ou são “necessidades” criadas pelo pessoal de marketing? Sua TV pode não ser a melhor, nem impressionar tanto as visitas que chegam para jantar, mas e daí? Como dizem os americanos, “who cares” (quem sem importa)?
E aquele gadget que você tanto sonha em comprar? O fato de ele vir com resolução 800x480, WiFi, GPS, 3G, Bluetooth, memória de 16 GB etc. não pode, sozinho, servir de fundamento para compra quando o smartphone que você já tem é mais do que suficiente para cobrir as suas necessidades básicas de mobilidade e produtividade. Pode não ser de última geração, mas e daí? Quem se importa?
Comprar um carro novo é útil quando os custos de manutenção do atual superam os benefícios que você teria em mantê-lo rodando com você. Até aí, ok. Mas comprar um carro novo só porque surgiu a oportunidade de fazer um “grande negócio” pode esconder um grande perigo. Isso implicará em gastos extras com esse novo automóvel, muitas vezes inexistentes no carro que você já tem, tais como franquia mais cara de seguro, aquisição de novos opcionais, novas taxas e impostos e por aí vai. Fora a eventual dificuldade de vender o atual.
A lição por trás desses exemplos é muito simples: analise aquilo que está ao seu redor e procure extrair a virtude das coisas que você já possui. Não dê aos bens materiais – sejam eles quais forem – valor maior do que realmente merecem. Não fique reclamando da vida ou esquentando a cabeça por causa de brigas e discussões que tiveram como motivo coisas materiais (preço de produtos no supermercado, nas lojas dos shopping, no comércio) ou mesmo dinheiro.
Valorizar aquilo que você já tem lhe permitirá desfrutar ao máximo cada bem que você já adquiriu, maximizando sua utilidade ao mesmo tempo em que fará você focar sua energia mental, criatividade e comportamento nas áreas de sua vida que realmente importam e que merecem sua atenção: sua saúde, seus relacionamentos, sua espiritualidade, sua família, seus sonhos, suas metas e seus propósitos. Agindo assim, você chegará, muitas vezes, à surpreendente conclusão de que aquilo que você não tem não faria mesmo falta alguma.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

As Sete Soluções para a falta de Dinheiro

     Hoje falarei e tentarei na medida do possível explicar as sete soluções para a falta de dinheiro descritas no livro “O homem mais rico da babilônia”. Essas soluções não são simples meios para garantir que não falte dinheiro no fim do mês. São muito mais que isso. Posso dizer que são filosofias que se postas em prática, podem levar ao caminho para o enriquecimento e uma vida onde nunca faltará dinheiro.

As Sete Soluções para a falta de Dinheiro

01 – Comece a fazer seu dinheiro crescer

     Independente da profissão que você tenha, para cada valor recebido pelo trabalho, separe uma parte e guarde, pois assim você começará a fazer fortuna. No começo os resultados não aparecem, mas com o tempo a riqueza começa aumentar de uma forma mais rápida e quando perceber já estará com uma condição de vida muito boa. Exemplo: Se você recebe 1000 reais, separe 100, guarde na poupança ou em alguma outra aplicação financeira, e viva com 900 reais. Acredite, pois você conseguirá se adaptar a viver com 100 reais a menos e se duvidar, levará uma vida melhor assim.

02 – Controlem seus gastos

     Se você não tem um controle cerrado dos seus gastos, e fica naquela situação de não saber o que acontece com seu dinheiro, a primeira coisa a fazer é verificar cuidadosamente os seus hábitos de vida e seus gastos para manter um padrão de vida que de sustentação a esses hábitos. Anote tudo, desde as despesas principais como compras, escolas dos filhos, gastos com cartão de crédito, cheque especial até os gastos mais simples como um lanche, um cafezinho, uma revista. Você irá se surpreender e descobrir que seu dinheiro não está indo pelo ralo, apesar de que irá descobrir onde está gastando-o de forma desnecessária. Feito isso, faça um orçamento com suas despesas principais (despesas fixas) considerando aqueles 10% como uma despesa também. O orçamento é meio pra você saber o que vai gastar com os itens essenciais e o que sobrará para o seu lazer (que é muito importante na vida), além de saber como anda sua fortuna “recém-nascida”.

03 – Multipliquem seus rendimentos

     Basicamente, é colocar o dinheiro para trabalhar para você gerando cada vez mais riqueza, de forma que quanto mais você tiver, menos você precisará trabalhar para ter mais, pois seu próprio dinheiro irá se reproduzir e trará mais lucro para sua fortuna. Exemplo disso é o investimento em imóveis (você compra algumas casas e as aluga. Com a renda obtida, você vai comprando mais casas e as aluga novamente, de forma que quando você perceber estará com uma renda mensal elevada, fruto do dinheiro investido inicialmente)

04 – Proteja seu tesouro contra a perda

     É importante que você proteja muito bem o seu tesouro, pois ele é fruto de muito sacrifício, demorou algum tempo para ser construído e num piscar de olhos você pode perder tudo. Sobre essa lei, temos várias vertentes que podem ser abordadas.
     A primeira é sobre arriscar cobiçando altos ganhos. Existe um ditado no mercado que diz “quanto maior risco, maior o ganho”. Esse ditado é válido, porém incompleto, pois falta um detalhe muito importante: maior a perda também. Então, antes de arriscar seu dinheiro com o sonho de enriquecer rapidamente, estude estratégias para que possa “arriscar com segurança”.
     A segunda vertente é sobre emprestar dinheiro. Uma coisa a se preocupar é com a capacidade do beneficiário devolver o dinheiro, pois imaginem só emprestar um dinheiro a uma pessoa e não saber se ela vai ter capacidade de devolver com os juros acertados inicialmente, e o pior de tudo, se ela não conseguir devolver nem o valor que foi tomado emprestado.
     A terceira vertente diz respeito a não aventurar sua fortuna onde não se tem conhecimento sobre o terreno em que está se pisando. Duas coisas devem ser levadas em consideração, caso se deseje investir em algo novo: a primeira é estude o assunto; a segunda é procurar a opinião de alguém que domina o assunto. Exemplo: você não agüenta mais investir na poupança e que investir no mercado financeiro, mas não sabe nada sobre ações. A primeira coisa a se fazer é se inteirar sobre o assunto, lendo livros, fazendo cursos, etc. A segunda é antes de investir, consulte alguém especializado para indicar qual a melhor alternativa. O bom disso é que os conselhos dessas pessoas irão proteger sua riqueza contra as perdas indesejáveis.

05 – Façam do lar um investimento lucrativo

     Essa afirmativa diz respeito à compra da casa própria. Sobre isso dois aspectos: o primeiro deles é um gasto a menos no orçamento (aluguel); segundo, é muito fácil conseguir um financiamento para a compra da casa própria, pois é interesse do governo que cada família tenha o seu Lar, que sobre dinheiro no orçamento para que essas pessoas possam movimentar a economia do país. Todos olham com bons olhos quando alguém vai a um banco pedir dinheiro emprestado com essa finalidade.

06 – Assegurem uma renda para o futuro

     Nós nascemos, crescemos, vivemos, nos reproduzimos, envelhecemos e morremos. É importante que no período da nossa vida onde somos capazes de trabalharmos para obter o dinheiro, que pensemos em nossa velhice e na proteção de nossa família no futuro. Qual pai de família que se mata de trabalhar hoje em dia buscando o melhor pra sua família, que não sonha em ter uma velhice tranqüila, onde possa descansar e aproveitar para curtir sua família. È importante que quanto mais cedo o possível, nos preocupemos com nossas necessidades na velhice e com a proteção de nossa família. Vivemos nos dias de hoje uma época de incerteza quanto ao futuro da previdência social no nosso país. Eu julgo não ser o caso confiar nosso futuro a essa instituição. È mais vantajoso que tenhamos outra fonte de renda que assegure uma velhice tranqüila.

07 – Aumente sua capacidade para ganhar

     Posso dizer que essa é a mais importante das 07 soluções apresentadas, pois diz respeito a uma mudança geral de hábito. Essa assertiva diz que devemos aumentar nosso conhecimento e habilidades para que possamos enriquecer cada vez mais. Entretanto, para adquirir essas habilidades, temos de ter arraigado dentro e nós um desejo forte e definido sobre o que queremos para nossas vidas. 
     É importante que um homem que respeita a si mesmo tome certas resoluções na vida para que não enriqueça somente na parte financeira, mas que enriqueça sua vida como um todo, conforme citado no livro. Irei transcrevê-las:
“Ele deve pagar suas dívidas com toda a pontualidade de que for capaz, não adquirindo nada que não tenha condições de saldar.”
“Deve cuidar da família de modo que esta possa pensar e falar bem dele.”
“Deve fazer um testamento a fim de que, caso os deuses o chamem para si, possa ser feita uma divisão adequada e honesta de todos os seus bens.”
“Deve ter compaixão pelos que sofrem ou foram atingidos pela desventura e ajudá-los na medida de suas possibilidades. Deve ter atenção para os que lhe querem bem.”

     Esses sete ensinamentos, de acordo com o livro, foram desenvolvidos por um homem normal, que possuía uma vida humilde e que após colocar isso em prática, se tornou o homem mais rico da Babilônia.

     Se ele conseguiu, o que nos impede de conseguir. Vemos no mundo de hoje muita gente pobre enriquecendo e tanta gente rica perdendo tudo que tem. Também vemos muita gente rica aumentando cada vez mais sua fortuna e muita gente pobre em condições cada vez piores. Por que será?

     Eu não acho que o mundo seja injusto. Desde os tempos das cavernas até os dias de hoje, o que temos visto é que alguns seres humanos têm uma certa “visão além do alcance” e conseguem se sair melhor que alguns outros. Seja por oportunidade ou por astúcia natural. Independentes de serem ricos ou pobres.

     A única forma de termos uma sociedade com menos injustiça é fazer com que todos tenham acesso ao conhecimento e que sejam estimulados a colocarem em prática nas suas vidas. Pois há muita gente que tem acesso ao conhecimento, mas que por preguiça não o colocam em prática. Posso citar como exemplo aquelas pessoas ricas que estudam nos melhores colégios e que ao assumirem a fortuna construída com muito suor por seus antepassados, colocam tudo a perder rapidamente.

     Independentemente de sermos pobres ou ricos, se aplicarmos essas leis na nossa vida, conseguiremos atingir os nossos objetivos financeiros. 

     Até a próxima!

     Forte abraço a todos!

sábado, 9 de outubro de 2010

O que considerar antes de escolher o ramo do negócio

O sucesso do seu negócio vai depender de uma série de decisões acertadas. Procurar capacitação em todos os aspectos da gestão empresarial, elaborar um bom plano de negócios, escolher bons parceiros, e pesquisar detalhadamente o mercado são algumas delas. Mas, para alguns empreendedores, o maior desafio está na hora de decidir qual o ramo de atuação de sua futura empresa.

Antes de mais nada, é preciso avaliar se o negócio de seu interesse está de acordo com a economia atual. Em segundo lugar, não cometa o erro de achar que ter empresa é sinônimo de ganhar dinheiro. O lucro que seu negócio vai gerar vai ser a consequência da atividade que você escolheu. A consultora do Sebrae Flávia Alves de Brito Lacerda tem outras recomendações sobre o que considerar antes de definir em que ramo de negócio você quer atuar.

Pense nisso
- Conhecimento vale mais do que dinheiro
- A concorrência hoje é globalizada e pode surgir de todas as partes do mundo
- Investir em inovação pode fazer a diferença no mercado
- Crescente consciência ambiental
- A qualidade do atendimento é mais valorizada que o preço do produto ou serviço
- Aumento da economia informal
- Concentração de empresas
- Crescente violência social
- Valorização do indivíduo
- Valorização da qualidade de vida
- Responsabilidade social não é exclusiva dos governos, também é tarefa de todos nós